Reynaldinho visita usina de reciclagem de entulho

O vereador Reynaldo Gregório Júnior - Reynaldinho visitou a Usina de Reciclagem de Entulho localizada na cidade de São José do Rio Preto, interior do estado de São Paulo, tida como modelo no seguimento. Com o reaproveitamento de cerca de 70% das 700 toneladas de entulhos recolhidos, a Prefeitura recupera as estradas vicinais e ruas ecologicamente corretas. Na sessão realizada em 21 de setembro o edil revelou seu encantamento com o processo de reciclagem e também pela agradável e atenciosa recepção que lhe foi dispensada pelos políticos riopretenses.

Em cidades que não oferecem destinação correta para o entulho, é muito comum vê-lo se acumulando em terrenos baldios, tanto públicos como particulares. Poucos conhecem a Resolução 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente - Conama, em vigor desde 2003, que estabelece a seguinte regra: quem gera entulho deve se responsabilizar pelo transporte e destinação adequada desses materiais e para fazer tal controle, prevê a lei que cada município deve criar uma programa de gestão desses resíduos, motivo este que levou Reynaldinho a conhecer experiências bem sucedidas como as praticadas em São José do Rio Preto.

Em usinas de beneficiamento, o entulho vermelho (restos de tijolos, telhas, blocos cerâmicos e terra) se transforma em um agregado reciclado que pode ser utilizado como base e sub-base na pavimentação de ruas, por exemplo. Já o entulho cinza, composto por restos de concreto, vira areia reciclada (ideal para argamassa de assentamento).

Além do ganho para o meio ambiente, a reciclagem de entulho gera lucro e o que antes era uma montanha de problemas, hoje é a solução para muitas obras. "O material que chega a custar R$ 80,00 o metro cúbico, com a reciclagem, esse custo é praticamente zero", ressaltou Reynaldinho.

Com a adição do cimento, o concreto reaproveitado é usado para a fabricação de tubos para rede de água, placas para calçadas, guias de sarjeta e até bancos de praça.

Para as empresas de caçambas, o processo é uma mão-na-roda, pois ao invés de ficarem rodando a procura de um local para despejarem o entulho e, quase sempre, abandonam a carga em locais inapropriados, com gestão dos resíduos feita pela Municipalidade, eles têm endereço certo.


Fonte:  Jornal da Cidade de Arujá