Embalagem de agrotóxico tem nova central de coleta

Maringá ganha hoje mais uma central de recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos. Com uma área de 1.300 metros quadrados, situada na Estrada Velha para Paiçandu, a central terá capacidade para receber 600 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos por ano e atenderá 50 municípios da região.

A central é uma iniciativa da Associação dos Distribuidores de Insumos e Tecnologia Agropecuária (Adita) com o apoio do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEV).

Segundo o InpEV, até julho deste ano as unidades de recebimento paranaenses enviaram para destinação final - reciclagem ou incineração - 2.816 toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas, volume 11% maior do que o destinado no mesmo período de 2008, no total de 2.522 toneladas.

O coordenador regional de Operações do InpEV para o Paraná, Antônio Carlos do Amaral, ressalta a importância da central na captação das embalagens vazias e a consequente preservação do meio ambiente. Ele explica que a nova central substitui a antiga que já estava pequena.

“A central antiga não atendia satisfatoriamente os agricultores”, afirma. Ele destaca que as revendedoras de agrotóxicos, por lei, informam aos comprados os locais onde as embalagens devem ser devolvidas depois de usadas. “Na própria nota fiscal já consta o endereço para entrega”, diz.

A central, quando recebe os frascos vazios, faz a tríplice lavagem e a separação para reciclagem ou incineração das embalagens contaminadas. Amaral destaca que não há custos para o agricultor. “Mas é preciso agendar a devolução”, acrescenta.


Fonte:  Vanda Munhoz (O Diário do Norte do Paraná)