Coreanos interessados em reciclar lixo catarinense
Quarta-feira (08), uma comitiva
sul-coreana, composta por representantes do governo daquele país e
técnicos da empresa Forcebel, chegou a Palhoça, para dar início ao
processo de instalação de uma usina de lixo reciclável. Os profissionais
orientais permanecem na cidade entre 15 e 30 dias após a chegada e terão
a missão de identificar o tipo de lixo produzido na Grande
Florianópolis. A unidade a ser construída em Palhoça poderá atender a
toda a região metropolitana.
O anúncio da construção da nova planta já havia sido feito pelo prefeito
do município, Ronério Heiderscheidt, após uma viagem feita a Seul, na
Coreia do Sul, em maio. Para o governante, a solução para a produção de
lixo e o fim do aterro sanitário será a instalação da usina industrial
de reciclagem. Nela, todo o material resultante das operações da região
poderá ser reaproveitado para novos componentes.
Para se ter uma idéia de quantidade, a região metropolitana de
Florianópolis produz por dia mil toneladas de lixo. Como informado,
Palhoça será o primeiro município no ocidente a utilizar a moderna
tecnologia coreana destinada para reciclar o lixo. Um acordo
oficializado em maio de cooperação entre a cidade de Palhoça e o governo
da Coreia para o desenvolvimento do primeiro Complexo Industrial de
Reciclagem de lixo no município. O investimento total é de R$ 22
milhões.
A aposta é que este seja um passo importante para a solução definitiva
do lixo na região metropolitana, sendo também uma ação social. "Além do
beneficio ao meio ambiente, essa usina vai gerar emprego e renda e dar
dignidade para aquelas famílias que dependem do lixo para sobreviver”,
avalia Ronério.
Fonte: Maxpress net |
 



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