Reciclagem lidera preocupações ambientais
O estudo realizado pela Vason Bourne
procurou ainda identificar quais as prioridades ambientais das empresas
europeias. Asssim e de acordo com os inquiridos, a reciclagem e a gestão
do lixo são a principal prioridade das empresas europeias em matéria de
iniciativas ambientais. Com efeito, e segundo os dados do estudo, 61 por
cento das organizações inquiridas referiram este aspecto como a sua
prioridade.
A aprovação da directiva da União Europeia – WEEE (Waste Electrical and
Electronic Equipment) – que prevê a reciclagem de 65 por cento do
equipamento de tecnologias de informação, tornou-se um dos principais
requesitos das organizações empresariais europeias. Neste aspecto, as
empresas do Reino Unido, da Itália e de Espanha/Portugal lideram as
iniciativas nesta área. A gestão eficiente da energia e o consumo
energético são outros factores identificados pelas empresas europeias
nas suas prioridades ambientais.
A maioria das organizações europeias contemplaram a redução das emissões
de carbono provenientes da utilização de tecnologias de informação. Com
feito, e de acordo com os dados disponibilizados no estudo patrocianado
pela Bea Systems, cinquenta e nove por cento das empresas europeias
implementaram planos de redução destas emissões ou irão adoptar num
curto espaço de tempo. Somente, 33 por cento das organizações inquiridas
revelaram que não tem planos para reduzir o impacto ambiental das
tecnologias de informação.
Neste contexto, a redução de custos energéticos é o principal factor
para a adopção de iniciativas de tecnologais de informação “verdes”. Com
efeito, e ainda de acordo com os dados disponibilizados pela Vason
Bourne, 55 por cento dos inquiridos referem este factor como a principal
motivação para a implementação destas iniciativas, enquanto que 45 dos
inquiridos referem que a responsabilidade corporativa, social e
ambiental é outro dos factores subjacentes à adopção deste tipo de
iniciativas. As questões de conformidade regulamentar assumem um aspecto
decisivo em países como a Itália, Espanha e Portugal.
Fonte: Computerworld Portugal |
 



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