Aos 7 anos, garoto comanda uma empresa de reciclagem nos EUA

Para muitas pessoas, o espírito empreendedor se manifesta desde cedo. Foi o que aconteceu com o pequeno Ryan Hickman, da Califórnia. Aos 7 anos, ele criou uma empresa de reciclagem bem sucedida e juntou US$ 10 mil para investir em seus estudos quando chegasse à faculdade.

Ryan sempre se interessou por materiais recicláveis. Tudo começou quando ele tinha apenas 3 anos e acompanhou seu pai em um centro de reciclagem. Ao voltar para casa, Ryan estava decidido a coletar, separar e levar para reciclagem os resíduos de seus vizinhos. Para facilitar o trabalho, que contou com a ajuda da mãe do menino, eles entregaram sacolas de lixo a todos os vizinhos. Era a semente da Ryan’s Recycling Company.
Hoje, a empresa se transformou em um negócio lucrativo, que já conta com 40 clientes fixos em cinco bairros. Ao todo, o menino já reciclou 22 mil quilos de lixo, incluindo 200 mil latas e garrafas. Parte do lucro da empresa é destinada à caridade, enquanto o restante do valor arrecadado com o trabalho fica armazenado em uma poupança que deverá ser usada para custear a faculdade do menino quando ele crescer. As informações são do My Modern Met.

(FONTE: http://www.maisfm.com/menino-de-7-anos-cria-empresa-de-reciclagem-e-consegue-10k-para-investir-na-faculdade/)

Mãe junta 300 kg de material reciclável para que filho pudesse estudar na Europa

Uma mulher juntou 300 kg de material reciclável para realizar o sonho de seu filho: estudar na Europa. Paraibana, Isabel Cristina Fernandes, 51, decidiu tomar essa atitude, quando o seu filho Pedro, 18, conseguiu ser aprovado para um intercâmbio na Finlândia. Com a aprovação, ela precisou desembolsar R$ 6 mil reais para que o seu filho chegasse ao país.

O obstáculo não desanimou Isabel. Ela decidiu vender trufas, doces e juntou até 300 kg de material reciclável para conseguir o dinheiro das despesas da viagem. O material colhido iria para o lixo da Associação de Magistrados da Paraíba, no município de Cabedelo (a 226 km de João Pessoa), local onde trabalha. Com esse montante, a paraibana arrecadou R$ 1,2 mil. O restante veio da ajuda de amigos e das vendas de trufas e doces.

Mas, além de arcar com as despesas das passagens, Pedro precisava de dinheiro para conseguir viver por mais de seis meses na Finlândia. E com muito sacrifício, foi possível arrecadar R$ 30 mil, valor suficiente para que o jovem pudesse se manter. Amigos de Isabel e pessoas que admiram Pedro ajudaram na missão.
Pedro foi aprovado no programa de intercâmbio do Rotary Club e foi para o exterior em agosto do ano passado. Além disso, foi passou no vestibular do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

(FONTE: http://www.opovo.com.br/noticias/brasil/2017/02/mae-junta-300-kg-de-material-reciclavel-para-que-filho-pudesse-estudar.html)

Japão pede doação de smartphones para fazer medalhas olímpicas

A organização da Olimpíada de Tóquio-2020 pediu a colaboração do público japonês para produzir as medalhas dos próximos Jogos. Os desejados itens de ouro, prata e bronze serão produzidas com metal reciclado de celulares e outros produtos eletrônicos doados por “pessoas que desejam se sentir diretamente envolvidas com o evento”, anunciou o comitê local nesta quarta-feira.

Os organizadores esperam coletar até oito toneladas de metal, sendo 40 quilos de ouro, 2.920 quilos de prata e 2.994 quilos de bronze, de celulares desatualizados e eletrodomésticos pequenos. A iniciativa resultará em duas toneladas de material reciclável, o suficiente para fabricar todas as 5.000 medalhas olímpicas e paralímpicas.

A partir de abril, caixas de coleta serão instaladas em escritórios locais e nas lojas da empresa de telecomunicações NTT DoCoMo Inc, que irá fazer uma parceria com a empresa ambiental Centro de Saneamento Ambiental do Japão no projeto. As medalhas dos Jogos Rio 2016 também foram feitas com material reciclado, como restos de espelhos e chapas de raio-x.

Prefeitura de Itanhaém, SP, lança campanha para reciclagem de lixo

A Prefeitura de Itanhaém, no litoral de São Paulo, lançou uma campanha de conscientização para a remoção de lixo na cidade.

Com o aumento das chuvas nas últimas semanas, a administração municipal resolveu alertar a população do descarte correto de resíduos nas ruas para evitar alagamentos e possíveis prejuízos.

De acordo com informações da Prefeitura de Itanhaém, a campanha “Lixo no Lixo” é um alerta para que os moradores dividam a responsabilidade da limpeza urbana com a Secretaria de Serviços e Urbanização.

Ainda segundo a administração, o lixo reciclável é reaproveitado na cidade. Atualmente, 276 toneladas de lixo são produzidas por mês no município. Entre 14 e 16 toneladas são reaproveitadas pela CoopersolReciclando.

Reciclagem de plástico pode ajudar a salvar florestas ao redor do mundo

Aghan Oscar estava cansado de ver lixo acumulando nas praias do Quênia. Garrafas, absorventes e até sofás eram alguns dos itens que eram sempre avistados. E foi aí que ele pensou em como poderia usar o lixo para salvar as florestas e criou a Continental Renewable Energy, uma pequena empresa de reciclagem com base em Nairóbi que coleta lixo e transforma-o em sinalização rodoviária.

A madeira usada para cercar estradas e sinalizá-las sofre com a vandalização nos bairros de baixa renda e acaba sendo usado para lenha, pois se deteriora rapidamente. Para tentar solucionar o problema, os produtos vendidos pela companhia de Oscar, são feitos com polietileno e areia, e não são apenas mais duráveis – eles também são muito mais baratos.

Ao saber da novidade da Autoridade Nacional de Rodovias do Quênia comprou mais de 28 mil placas feitas com esses componentes, e economizou milhões do governo. A ideia de Oscar foi tão genial que acabou resolveu um outro problema: o roubo de estruturas metálicas, afinal eles são feitos de plástico quase não possuem mercado.

A Continental Renewable Energy conta atualmente com 250 jovens trabalhadores que coletam os resíduos e trabalham na linha de montagem.  “Um quilograma de resíduos de plástico economiza 2,5 kg de emissões de carbono e, para cada 10 postes de plástico produzidos, uma árvore é salva. Reciclagem é definitivamente a melhor aposta na conservação do ambiente “, disse o queniano ao Christian Science Monitor.

Oscar afirmou ainda na entrevista que apoiar empresas de reciclagem pode ampliar a oferta de vagas de emprego para jovens, bem como salvar o planeta.

Projeto da Unesp em Jaboticabal incentiva reciclagem de buchas usadas

O que fazer com uma bucha velha de cozinha? Renata Dozzi Tezza também jogava no lixo. Sem saber o que fazer como o resíduo, que pode demorar até 400 anos para se decompor, Renata descobriu uma empresa que pagava dois centavos por cada bucha usada.

Só que, para começar, era preciso juntar pelo menos 65 buchas. Renata é coordenadora de sistemas do Centro de Recursos Biológicos da Unesp, a Universidade Estadual Paulista, em Jaboticabal, no interior de São Paulo. Ela levou a proposta para a universidade e criou um mutirão permanente para coleta de buchas usadas na instituição.

Da universidade, a campanha de reciclagem ganhou a pequena cidade de Jaboticabal. Com cerca de 70 mil habitantes, hoje a cidade responde por quase 20% de todas as buchas recicladas no estado de São Paulo. Em um ano e meio foram retiradas do meio ambiente mais de 11 mil esponjas de cozinha.

O projeto de dar nova vida a buchas usadas é tocado por uma empresa especializada em reciclagem. A tecnologia e a logística tem apoio de uma das principais fabricantes de esponjas no mundo. Diferente de outros resíduos, a reciclagem de esponjas custa caro e, por isso, até então não eram consideradas material viável para reciclar, como explica Renata Ross, gerente de relacionamento da Terracycle Brasil, empresa responsável pelo projeto.

O dinheiro arrecadado com a coleta é destinado para instituições sem fins lucrativos. A estimativa é de que no Brasil sejam consumidas cerca de 360 milhões de esponjas por ano. E qualquer pessoa no país pode se inscrever no projeto de coletar buchas usadas.

Reciclagem de carros cresce no Brasil

O que acontece com um carro quando ele chega ao fim de sua vida útil? Esqueça aquela ideia de ferro-velho cheio de carcaças enferrujadas. A reciclagem automotiva está ganhando espaço no Brasil e isso é uma boa notícia porque, dos 35 milhões de carros em circulação no país, estima-se que mais da metade já esteja próxima da aposentadoria.

A ideia de desmontar e reaproveitar as peças dos carros velhos não é nova, contudo a atividade foi regulamentada apenas em 2014, com a implementação da Lei do Desmanche no estado de São Paulo. De acordo com a legislação, todas as empresas de desmonte de carros têm que ser credenciadas no Detran e na Secretaria da Fazenda, e apenas os desmanches cadastrados podem vender peças de reúso para o consumidor final.

Em operação desde 2014, a Renova Ecopeças, empresa de reciclagem automotiva do Grupo Porto Seguro, é responsável pelo desmonte dos veículos irrecuperáveis que chegam à seguradora. O processo, que demora cerca de três horas, é dividido em sete etapas, que vão da análise completa da documentação do veículo até a descontaminação, destinação ambientalmente responsável dos resíduos potencialmente lesivos à natureza, separação das peças de acordo com seu estado e aplicação dos sistemas de rastreamento necessários para a revenda.

A intenção é garantir a procedência dos materiais que podem ser resgatados de uma operação de reciclagem. E eles são muitos. Dependendo do estado do carro, 85% das peças podem ser reaproveitadas para reposição. O preço chega a ser um quinto do valor de uma peça nova. Itens como plásticos, vidros, óleos, pneus e metais, que correspondem a cerca de 10% de um veículo, podem ainda ser reciclados, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa e o consumo de recursos naturais para fabricação de produtos novos. Apenas 5% do carro, portanto, é descartado.

O processo adotado pela Renova é semelhante ao de países em que a reciclagem já é uma prática comum, como na Argentina, no Japão e nos Estados Unidos, onde 95% dos carros que saem de circulação são reciclados. Por enquanto, apenas 1,5% da frota brasileira passa por esse processo, mas há espaço para a atividade crescer.

A regulamentação da desmontagem e utilização das peças de reúso com garantia de procedência lícita já começou a interferir positivamente na economia. O mercado de seguros, por exemplo, homologou recentemente uma apólice mais barata que permite a utilização de peças provenientes de empresas de desmanche cadastradas no Detran conforme a legislação. Além do incentivo financeiro para o aproveitamento de peças de reúso, é uma oportunidade de inclusão securitária, uma vez que apenas 30% da frota do país é segurada. Por contribuir para o meio ambiente e para o bolso do consumidor, o descarte responsável é um processo em que todos saem ganhando.

Cientistas desenvolveram embalagens feitas com proteína do leite

Muitos dos alimentos que encontramos no supermercado vêm embalados em plásticos. E apesar de ser possível reciclar boa parte dessas embalagens — algo que na prática não se concretiza, gerando um passivo ecológico crescente — alguns tipos, como as finas películas usadas para revestir alimentos, são mais difíceis de reciclar.

Atentos ao problema, um grupo de pesquisadores do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) desenvolveu uma película de embalagem feita a partir de proteínas do leite (a caseína) e que, ainda por cima, é comestível — menos para quem tem alergia ou se opõe ao consumo de derivados de animais, evidentemente.

A embalagem alternativa foi apresentada nesta semana durante a Reunião Nacional da Sociedade Americana de Química (ACS, na sigla em inglês). Segundo os pesquisadores, os filmes a base de proteínas são bloqueadores de oxigênio mais poderosos que o produto convencional, o que a ajudaria a prevenir a deterioração dos alimentos e evitar o desperdício durante a distribuição ao longo da cadeia alimentar.

Para tornar a embalagem mais resistente à umidade e temperaturas elevadas, os pesquisadores incorporaram pectina cítrica na mistura. Aditivos nutritivos como vitaminas e probióticos poderiam ser incluídos no futuro. Ela não tem muito gosto, dizem os pesquisadores, mas também poderiam ser adicionados aromas.

“As aplicações de revestimentos para este produto são infinitas”, diz Laetitia Bonnaillie, coautora do estudo. “Estamos testando aplicações em embalagens de alimentos comestíveis, a exemplo de palitos de queijo embalados individualmente”, explica.

Segundo a pesquisadora, o grupo trabalha, atualmente, na criação de amostras de filmes para uma pequena empresa no Texas. Mas o desenvolvimento dessa embalagem alternativa tem atraído o interesse de outras empresas também, e a expectativa dos pesquisadores é que a embalagem de caseína possa chegar às prateleiras dos mercados americanos dentro de três anos.

Projeto Reciclar incentiva educação ambiental em escolas de Várzea Grande

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável está desenvolvendo em 16 comunidades onde possuem escolas públicas municipais, ações sustentáveis na educação ambiental, com o projeto “Oficina de Sabão” para pais de alunos e comunitários, e nas escolas o projeto Reciclar Papel.

O objetivo é desenvolver a sensibilização social para a coleta seletiva e reciclagem de óleo de cozinha usado, além de ser também uma fonte de renda e de melhoria de vida das comunidades e ainda envolver os alunos para boas práticas ambientais.

Segundo informou a titular da pasta, Helen Farias Ferreira, a ação faz parte da Política Nacional de Resíduos Sólidos que prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentáveis, em um conjunto de instrumentos para proporcionar o aumento da reciclagem, e da reutilização dos resíduos sólidos. É também uma forma de destinação ambientalmente adequada dos rejeitos.

“A política institui a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos, tanto dos fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e cidadãos. A secretaria municipal também institui dentro dessa política a inclusão de catadoras e catadores de materiais recicláveis e reutilizados, dentro da política da coleta seletiva”.

Helen explica ainda que os resíduos sólidos e orgânicos são problemas ambientais relevantes, e a união do poder público com a sociedade é uma alternativa em favor da redução, reutilização e reciclagem desse lixo.

“A oficina de sabão é o início da inserção da cultura de sustentabilidade inserida na educação ambiental da comunidade como um todo e para os alunos o despertar para o cuidado com a natureza. A proposta é provocar a mudança social, visando à sensibilização diante das questões ambientais e a urgência de mudanças de hábitos na preservação de recursos naturais”.

O projeto ‘Oficina de Sabão’ consiste em transformar o óleo reutilizado em produto de limpeza, que pode ser utilizado na higienização de piso, para limpar alumínio e até lavar roupas. A fabricação do sabão ecológico tem baixo custo e a produção é rápida. O produto também pode ser comercializado nas comunidades onde a ação está sendo desenvolvida.

Já o Projeto Reciclar tem o intuito de desenvolver práticas ecologicamente corretas na comunidade escolar com o reaproveitamento do papel e transformar o descarte em novos objetos de uso como bloco de papel, artesanato na arte de reciclar. O que a escola realmente não puder aproveitar os resíduos são encaminhados para as cooperativas de reciclagem que darão a destinação final.

As escolas municipais inseridas no projeto são: Benedita Bernadina Curvo; João Ponce de Arruda; Joaquim da Cruz Coelho; Júlio Corrêa; Maria Pedrosa Miranda; Paulo Freire; Wilson Sodré Farias; Padre Maria Ghisoni; Tenente Abílio; Salvelina Ferreira da Silva; Euraíde de Paula, na praça do bairro 15 de Maio e no bairro Chapéu do Sol.

Brasil recicla 98% das latinhas de alumínio de bebidas

O índice de reciclagem das latinhas de alumínio de bebidas no Brasil atingiu 97,9% em 2015, com um total de 292,5 mil toneladas de latas recicladas, quase a totalidade das embalagens colocadas à venda. Os dados são da Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas).

De acordo com as duas entidades, somente na coleta da latinha foram injetados cerca de R$ 730 milhões na economia brasileira. “O valor equivale a quase um milhão de salários-mínimos por ano, confirmando a importância da reciclagem para a geração de emprego e renda para os catadores de materiais recicláveis”, destacou o coordenador do Comitê de Mercado de Reciclagem da Abal, Mario Fernandez.

Segundo a entidade, a reciclagem das latinhas consome apenas 5% da energia que seria utilizada para a produção das mesmas a partir do alumínio primário, extraído da bauxita. “A economia de energia gerada nessa reciclagem atenderia à demanda residencial anual de energia de um estado como Goiás”, disse Fernandez.

 

 

 

(Fonte: http://www.bonde.com.br/bondenews/nacional/brasil-recicla-98-das-latinhas-de-aluminio-de-bebidas-426553.html)